segunda-feira, 23 de Novembro de 2009

Um dia, ainda vou ter um Mercedes.


No carro, a caminho de casa.
(Diogo) Mãe, vou-te comprar um Mercedes.
(eu) Ai é? E sabes quanto custa um Mercedes?
(Diogo) Não. Aí uns 1000 euros?
(eu) Não, muito mais. Uns 20000 ou muito mais.
(Diogo) Ah. Então, não te vou comprar um Mercedes agora. Compro para o ano.
(eu) LOL. Pois, é melhor. E como é que vais arranjar o dinheiro?
(Diogo) Então?! Tu DÁS-ME... Claro!

Pois claro...

quarta-feira, 18 de Novembro de 2009

sexta-feira, 23 de Outubro de 2009

Parece que abriu...


... A época do Sofá!


E eu inaugurei-a com pompa e circusntância! Foi um fim-de-semana de dolce faire niente.
Eu. O Diogo. A gata.
Todos no sofá. Pois claro.
E viva a preguiça :)

Distraída, eu?

Naaaaaaaaaaaaaaaaaaa.

Esta manhã consegui:
- Deitar os cereais do Diogo no tacho que estava de molho, em vez de o fazer na tigela com leite.
- Fazer o caminho da escola antiga e chegar atrasada à escola nova.
- Esquecer-me do sutiã (o que significa que terei de andar o dia todo com o colete de forças da ginástica).

A parte boa é que, vá-lá... desta vez não me esqueci das chaves de casa no frigorífico. Essa parte até correu bem!

Espectáculo. Consigo surpreender-me a cada dia que passa. Estou cada vez melhor.

quinta-feira, 15 de Outubro de 2009

I gotta Feeling

Verita: este é para ti :)

Have FUN tonight!

segunda-feira, 12 de Outubro de 2009

Oh tempo volta p'ra trás



Se eu pudesse voltar atrás no tempo... hoje, não teria ido à ginástica.
Não me tinha cruzado com uma professora hiperactiva.
Não teria levantado pesos e alteres, feito abdominais como se não houvesse amanhã, ou experimentado figuras humilhantes de aspirante a contorcionista perra e enferrujada.

Se eu pudesse voltar atrás no tempo... Poderia andar normalmente. Descer e subir escadas com um mínimo de graciosidade. Sentar-me. Levantar-me sem pensar muito nisso... até correr e saltar se me apetecesse.

Seria uma mulher feliz. Eu, e todos os músculos adormecidos.

quarta-feira, 7 de Outubro de 2009

Istambul: A Porta para a Felicidade.

Diferente de tudo e cheia de si. Assim é Istambul. O ponto de encontro entre o ocidente e o oriente. A cidade dos contrastes.

A capital oriental do império Romano já apelidada de Bizâncio, Nova Roma, Constantinopla, A Cidade dos Sete Montes, A Rainha das Cidades, A Porta para a Felicidade... é mesmo de cortar a respiração.

Um mercado em tamanho XL onde os sentidos se apuram, a atenção se perde nos promenores que nunca acabam. Uma das maiores cidades da Europa e da Ásia que merece ser vista.
Ali, apeteceu-me ficar mais tempo. Ali, achei graça estar perdida. Ali, e apesar de todas as diferenças, consegui sentir-me em casa.

Não vou esquecer:



Os cheiros que nos acordam os sentidos e nos confundem o olfacto em cada esquina. A especiarias. A sovaco. A comida. A xixa. A milho. A pão. A bósforo. A poluição. A desconhecido.


A descontracção dos gatos que se aproximam sem cerimónias. Que dormem refastelados por todo o lado e tomam a cidade como sua.


Os turcos que se multiplicam nas ruas. Vaidosos e cheios de si. Com uma simpatia castiça. Um humor engraçado e um jeito de engate quase obrigatório onde o toque e as frases feitas chegam a roçar o exagero.


As turcas que se escondem na timidez. As outras que começam a desabrochar. Os lenços com all star. A Armoni e a Berska. A mistura confusa que nos transtorna a coerencia e nos deixa a pensar... what a hell?!?


As cores garridas que saltam à vista. Nas casas. Na loiça. Nos candeeiros. Nos tapetes. Na pubicidade. Nas mesquitas. Nos grafittis. Nos quiosques de fruta.

Os mercados por todo o lado. O Grande Bazar. O regatear.
As montras atoladas de olhos da sorte, tapetes, mantas e tecidos. As pechinchas. As imitações à descarada.
A prata e o ouro à mão de semear. A loiça que prende a vista, os azulejos, as pinturas.


A comida condimentada. A deliciosamente menos picante. Os doces gelatinosos. O bolo divinalmente suculento. Os geladosde textura diferente.


As mesquitas de várias formas e tamanhos , que disputam a atenção dos crentes e dos turistas, orgulhosas dos seus minaretes. As orações que dão voz a allāh. Que nos lembram a alto e bom som de que estamos num país islâmico.


A música alegre que nos contagia. O terraço do hostel cheio de animação. As pessoas de lá. As que chegam de fora. As que se encantam e deixam ficar.

Porque ali, apetece mesmo ficar...
E não é que correu mesmo bem? ESPECTÁCULO! :)